O drible das indústrias para o desenvolvimento sustentável

Bárbara Bianchi
Talita Odeli

Perceba tudo a sua volta, tijolos nas paredes, tecnologia, cores, móveis, inclusive suas roupas… Você já parou para pensar quanto o meio ambiente foi provavelmente prejudicado para lhe proporcionar tal momento e comodidades? Quantas árvores derrubadas e a infinidade de produtos químicos despejados nos rios para lhe entregarem esses produtos prontos? As pessoas geralmente não fazem tal reflexão e acabam contribuindo indiretamente para a degradação da natureza que vem ficando cada vez mais escassa.
Porém nada está completamente perdido… A tecnologia que retira recursos da natureza é a mesma que a salva. As indústrias vem investindo fortemente para evitar prejuízos ao meio ambiente e consequentemente aos seres humanos.
Visando reduzir a emissão de substancias poluentes na atmosfera, solo ou corpos d’agua, diversas empresas estão aplicando um alto valor em estações de tratamento de efluentes. Efluentes são produtos líquidos ou gasosos produzidos por indústrias ou então resultante dos esgotos domésticos urbanos, que são lançados no meio ambiente. Continue lendo »

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O real peso do minério

A implantação de uma fosfateira gera dúvidas entre os moradores de Anitápolis/SC

Neuseli Bastos
Luís Costa

Anitápolis é uma bela e acolhedora cidade, colonizada por alemães, sendo que a maioria da população trabalha no campo. A agricultura é o principal setor da economia. O município está localizado na Grande Florianópolis, distante 101 quilômetros, pela BR 282, acesso após Santo Amaro da Imperatriz, próximo a Rancho Queimado. Tem uma rica vegetação e várias nascentes de perder o fôlego, formando rios que proporcionam a prática de canoagem e pescaria. Continue lendo »

Construção de um resort ameaça Praia de Taquarinhas

Ministério Público move ação para impedir que empreendimento seja instalado no local

Anelise Margraf
Patrícia Cristina da Silva
Paulo José Mueller

Imagine uma casa onde, ao abrir a janela dos fundos, você encontra um jardim, cheio de verde, árvores, muitas flores e um balanço. Neste instante, você descobre que essa vista pode sumir em pouco tempo. Uma piscina deve ser instalada no local, que precisará ser destruído para receber artigo de conforto e status. Agora pare de imaginar e volte seu olhar para Balneário Camboriú. É na capital catarinense do turismo, conhecida também como a “Maravilha do Atlântico” e pelas belezas naturais, que encantam quem por ali passa, que está localizada a única praia do litoral de Santa Catarina, ainda totalmente preservada. Água cristalina, areia fofa, diversidade de fauna e flora. Todos esses adjetivos são poucos para definir o que você encontra na Praia de Taquarinhas. Mas tudo isso pode estar ameaçado. Assim como o jardim imaginário que perde espaço para uma piscina, o local é alvo do chamado desenvolvimento sustentável, que pretende construir um condomínio residencial no meio da mata. Continue lendo »

As margens da indecisão

Governo de Santa Catarina abre debate sobre o código florestal e amplia interesse da nova lei, criando um impasse com o governo Federal.

Analú Vignoli
Jonas Augusto da Rosa

Um problema ambiental, social e constitucional, que resulta em movimentos e discussões, prós e contras. São alguns dos pequenos fragmentos do código florestal de Santa Catarina, que repercute na mídia nacional, divergindo opiniões.

O código florestal criado pelo estado de Santa Catarina, tenta se opor a lei federal, mas para ser colocado em vigor, será necessário ultrapassar as regras da nação. Os pontos levantados para que a lei do estado seja utilizada, está entre a fiscalização dos órgãos ambientais, até a aceitação dos municípios, através das diretrizes de agricultura e meio ambiente. De um lado o Ibama fiscaliza as regras impostas pela lei federal, do outro, a Fatma e a Polícia Ambiental impõe as práticas da lei catarinense. Continue lendo »

Preservando a vida dos Mexilhões

Bianca Escrich
Felipe Ramón
Vanessa Garcia

 

Tudo começa a partir do Centro Experimental de Maricultura (Cemar) na Enseada de Armação do Itapocorói, no Município de Penha. O Cemar foi estruturado pelo curso de oceanografia da Univali, em 1994, com o objetivo de estimular o desenvolvimento de cultivo de moluscos marinhos de maneira sustentável. Através de atividades de extensão com os produtores locais o Cemar estimulou a utilização de barcos com guinchos, balsas de manejos, rolos de seleção, implantação de cultivos de superfícies e meia-água em áreas com profundidade superiores a dez metros, ancoragem dos long-lines com estacas proporcionando um incremento na produtividade local e comprovando a viabilidade técnica dos cultivos de moluscos nesta região. Continue lendo »

Invasão da “Onda Verde”

O marketing sustentável atinge a sociedade e questiona se é modismo ou preocupação ambiental

Caroline Dall’agnol
Jamile Tonini
Vivian Santana

Você já viu alguma propaganda com imagens de árvores e palavras de conscientização ecológica e logo depois lhe indicaram a comprar algum produto biodegradável ou reciclado?  Provavelmente sim. Pela expectativa do mercado isso será cada vez mais frequente, é a onda verde que atingiu a publicidade empresarial.

O modismo do marketing sustentável é fruto da própria cobrança de mercado. Pesquisas científicas das últimas décadas levantaram informações alarmantes sobre o resultado da ação do homem na natureza. As projeções reveladas são catastróficas, tanto para o planeta quanto para o próprio homem, caso não haja uma mudança brusca de comportamento. A partir dessas informações, cresceu o número de ONGs e grupos com apelo ambiental, tendo na internet sua principal aliada de divulgação.

Dessa forma, o mercado se adapta à necessidade de se ter produtos e empresas “ecologicamente corretas” há algum tempo. Nos últimos dez anos houve uma massificação do surgimento de mercadorias verdes, campanhas de grandes empresas, as quais incentivam a reciclagem e uso consciente dos recursos naturais. A exemplo da Telecomunicações Vivo, dentre outras, a qual utiliza a ideia de tecnologia a serviço do meio ambiente.

Muitas pessoas têm um pé atrás quando se fala em publicidade, pois a mesma é associada a “enganar” ou “enrolar” para vender um produto.  “Os bons profissionais pagam pelos maus, mas toda essa questão de publicidade sustentável vem para mostrar que estamos a serviço da sociedade em geral e não só das empresas. Infelizmente, sabemos que algumas utilizam essa arma apenas para se promover e não têm comprometimento com a questão ecológica. Porém, os consumidores estão cada vez mais atentos e seletivos. Esse tipo de empresa se expõe a um alto risco”, diz o professor da Assevim de Brusque, Élson Mota, um dos organizadores da 4ª Semana de Publicidade e Propaganda com o tema “comunicando um futuro sustentável”. Ele ainda acrescenta que o código de ética dos publicitários incentiva os mesmos a auxiliarem as empresas, a por em prática a imagem que vendem.

Empresa incentiva a reciclagem: caneta com material reutilizado

Apesar de todas as desconfianças do mercado, as notícias no geral são positivas, é o que a bióloga e mestre em engenharia ambiental, profª do curso de biomedicina da Uniasselvi de Blumenau, Lílian Beal, ressalta. “Algumas empresas por serem obrigadas a se ajustar a leis ambientais, outras pelo próprio cunho ecológico e algumas também com intuito de promoção junto a seus clientes. Mas, na verdade não importa qual a intenção, o importante é que temos visto várias empresas de renome tomarem atitudes que vêm ajudando na preservação dos recursos naturais”. A professora cita a empresa de cosméticos Natura, e explica que ela foi pioneira na questão de reutilização de recipientes com a venda de refis e fez com que outras do gênero também adotassem a mesma atitude.

Lílian revela que nós, consumidores, temos grande parte da culpa pela “falsa” atitude ecológica que ronda algumas empresas. “Quando vamos comprar um produto não buscamos o conteúdo em si, que é o que necessitamos, e sim do rótulo, do “belo”, do pacote bonito. Levando muitas empresas a só se preocupar com o terceiro R que é o da reciclagem”.

Assista o vídeo produzido pela WWF

Dos 3 Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar, a professora diz que o terceiro é a última instância para preservação, a primeira coisa a ser feita é reduzir o consumo. Utilizar o necessário e quando necessário. Depois é reutilizar, como no caso dos recipientes, “Na verdade nos mercados ao invés de produtos prontos embalados por muito plástico e papel, deveria ter postos de abastecimento, onde levássemos o recipiente do produto que acabou em casa para reabastecê-lo”. E para aqueles que acham que este é um procedimento incompatível com a modernidade, o país campeão em reutilização, não por acaso, é o Japão que reutiliza 50% do seu lixo sólido.

No Brasil existem várias empresas e profissionais que já se adequaram aos 3Rs. Em Brusque, Santa Catarina existe o projeto do Azeite, uma iniciativa do clube de engenharia da cidade. Em supermercados são deixados postos de arrecadação de óleo de cozinha utilizado pela população, este óleo é vendido por 0,60 o litro para a empresa Janeiro Transporte e Comércio de óleo Vegetal, de Florianópolis. Esta recicla o óleo e o transforma em biodísel utilizado em seus caminhões.

Todo valor arrecadado com a venda do óleo é depositado em uma conta no nome do clube. “Assim que obtivermos um valor X, o qual, o determinamos junto a Prefeitura Municipal, iremos investir o dinheiro em educação ambiental na cidade. De nada adianta reciclarmos ou termos ações isoladas, precisamos é mudar a cabeça das pessoas, começando com as crianças. É preciso ter consciência que os nossos atos um dia voltarão para nós”, explica Udo Aurélio Serpa, engenheiro mecânico, e voluntário no projeto do Azeite, ele é quem empresta sua caminhonete para a coleta do óleo. O projeto teve inicio em Maio de 2009 e já arrecadou 12mil litros.

Udo afirma ficar incomodado com essa onda verde: “Muitas empresas se dizem defensoras do meio ambiente, mas isso é só uma fachada para conquistar um público. Têm programas de redução de impacto por um lado e por outro poluem. Ou seja, vendem uma imagem para esconder o resto”.

O engenheiro ainda comenta sobre a importância de analisar a viabilidade do processo de reciclagem para o meio ambiente. Pois há uma ação chamada de balanço energético, ou seja, todo produto em que haja intenção de reciclagem, antes deve ser submetido a uma pesquisa sobre a ação dos resíduos químicos, que o mesmo deixará na natureza e impacto da retirada de matéria prima para a fabricação do produto inicial. Assim é possível evitar desperdícios de energia. O que vai ao encontro da fala da profª. Liliam, a qual explica não ser viável a reciclagem de pneus justamente pela grande utilização de energia no processo.

“As empresas deveriam ser obrigadas a divulgar todo seu processo de produção, no sentido de impacto ecológico, para que nós clientes pudéssemos saber também o impacto de nossas escolhas e compras”, acrescenta o engenheiro.

Bolsa reciclável produzida a partir de garrafas PET

Ao contrario da posição do voluntário, algumas empresas preferem não divulgar seu processo de produção mesmo sendo a autora da reutilização de até 200 toneladas por mês de garrafas pet. A Rodocordas, empresa de cordas de Itajaí, Santa Catarina, utiliza 70% de matéria reciclada em sua produção. No entanto, não usa esse dado para propagandas de cunho ambiental. Você pode estar se perguntando: por que não? O gerente de produção da empresa, Fernando Albino Censi, diz que para o setor de cordas, matéria prima reutilizada é sinônimo de má qualidade. “Infelizmente muitos clientes associam um produto reciclado a um produto de segunda que pode apresentar defeito”.

O interessante é que a empresa adotou esse sistema há oito anos para redução de custo e para aumentar a resistência do produto. Isso mesmo, para melhorar a qualidade da mercadoria. O fato é que ainda temos enraizado em nossa cultura que produtos reutilizados são considerados produtos inferiores. Podemos ver isso na prática com o setor de roupas. Os brechós são muito mal vistos no país, porém, nos EUA e em países da Europa, essas lojas têm a preferência de várias celebridades e consultores de moda.

Um produto que tem feito sucesso nos supermercados são as sacolas reutilizáveis. Eles incentivam os cliente a não fazerem uso das sacolas plásticas, tão prejudiciais.

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Sacolas recicláveis

Porém, apesar dessa atitude ecológica, não há um setor ou informação para os clientes de outros produtos biodegradáveis à venda. A chefe de frente de caixa, Sidnéia Schimitt, 27 anos, trabalha há sete no supermercado Bistek de Brusque, e não sabe informar outro produto do gênero ou reciclado à venda no estabelecimento. “Não sei nem dizer o que é um produto biodegradável. Vejo várias propagandas falando em preservação, mais acho que falta mais informação sobre quais produtos poluem menos. Falta informação”.

Fomos às ruas de Balneário Camboriú-SC saber se as pessoas se preocupam em comprar produtos ecologicamente corretos, e se sabem identificá-los.

Você compra produtos ecologicamente corretos?

Em suma, fica evidente, antes de qualquer ação reparadora, é preciso mudança de comportamento e isso começa com investimento em educação ambiental. Não só por parte de ONGs e pessoas engajadas , mas principalmente por parte do poder público. Um governo preocupado com o meio ambiente e que investe em ações preventivas, pode minimizar gastos em outros setores, como o da saúde. Curitiba é exemplo. Mostrou que é possível unir o moderno com o sustentável, e ganhou o prêmio Globe Award Sustainable City 2010 oferecida por uma entidade sueca de empreendedores sustentáveis.

“onda verde”

A moda sustentável

Desde a antiguidade a humanidade é influenciada pela moda, seja no vestuário, adorno, ou produtos comercializados. Fascinados seguem, muitas vezes, fielmente as tendências de cada era. O modismo verde atingiu a “moda de rua” e chega às passarelas.

Gilles Lipovetsky no livro “O império Efêmero da Moda: a moda e seu destino nas sociedades modernas” cita: “a cultura de massa é uma cultura de consumo, inteiramente fabricada para o fazer imediato e a recreação do espírito devendo-se sua sedução em parte à simplicidade que manifesta. Todas as indústrias culturais são ordenadas pela moda. A moda é o espelho da sociedade”.

Valerie Mendes e Amy de La Haye autoras do livro “A Moda do Século XX” concordam com Lipovetsky ao afirmarem: “a moda é uma indicação de identidade individual, grupal e sexual. Além, disso sua fluidez reflete as mudanças da matriz social.”

 

O estilista francês Jean Paul Gaultier criou junto com a marca Melissa um sapato ecológico, em que o salto é 100% reciclável

 

Não foi só o visual das roupas que mudou, as embalagens, também foram afetadas por esse modismo. Na edição de Junho da revista Embalagem e Marca há 11 propagandas voltadas à preservação ambiental e uma matéria que apresenta um recente estudo do 1° Clique aqui e leia mais sobre Diagnóstico de Sustentabilidade de Embalagem nas Empresas Brasileiras.

Cultura ecologicamente correta

Sustentabilidade é a palavra-chave para compreensão de como as empresas estão desenvolvendo estratégias para preservação do meio ambiente. Usar os recursos naturais e, de alguma forma, devolvê-los ao planeta através de práticas ou técnicas desenvolvidas para este fim significa desenvolver um trabalho sustentável.

Em uma iniciativa da Bolsa de Valores de São Paulo, (Bovespa), em parcerias com a Fundação Getúlio Vargas, Instituto Ethos e o Ministério do Meio Ambiente, foi criado em 2005 o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), com a proposta de oferecer aos investidores uma opção de carteira composta por ações de empresas que apresentam comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial.

As empresas que se comprometessem com determinadas exigências entravam em uma listagem. Em novembro de 2008, o conselho do ISE recebeu carta de  exclusão de empresas que não cumpriam com as determinadas exigências. Onze entidades, dentre elas o grupo Greenpeace-Brasil, assinaram o pedido da exclusão das empresas Petrobras, Aracruz, CCR Rodovias, Copel, Iochpe-Maxion e WEG. Na nova carteira, com vigor de dezembro de 2008 a novembro de 2009, a ISE aderiu o pedido de exclusão das empresas citadas.

Segundo matéria publicada no site Mercado Ético no mesmo período do pedido, o Movimento Nossa São Paulo (movimento político, social e econômico) , declarou que  a Petrobras não estaria cumprindo a resolução 315/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama, órgão  legislador que orienta a fiscalização dos outros órgãos Executores tais como Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Secretarias do Meio ambiente do Município entre outras.

Tal resolução estava relacionada aos limites de emissões de enxofre no diesel. Em defesa, a Petrobras publicou uma nota esclarecendo que se comprometia de forma participativa de fornecer o diesel S-50 (com menor teor de enxofre) já a partir de janeiro de 2009.

Após um ano, o ISE não deu posicionamento se a Petrobrás será incluída na listagem de 2010. Na época, o Greenpeace publicou matéria no site onde cita que a Petrobras foi obrigada a retirar dois anúncios publicitários do ar com ordens do Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária).

Em conversa por email, a coordenação de Comunicação, gestão de pessoas e de conhecimento da Petrobras informa que todas as atuações da empresa estão relacionadas com o meio ambiente. Atuar com rentabilidade sem, no entanto, deixar de cuidar do social e do ambiental: “Rentabilidade com responsabilidade socio-ambiental” é a missão e visão da Petrobras.

A Estatal possui uma área corporativa chamada de SMS – Segurança, Meio Ambiente e Saúde, de onde saíram as 15 diretrizes para atuação da política ambiental da companhia. O Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) tem uma gerência geral voltada para energias renováveis e alguns programas de caráter ambiental (clima, biotecnologia, meio ambiente etc). A empresa investe, ainda, no Programa Petrobras Ambiental por meio de editais públicos para seleção de projetos de meio ambiente. Uma banca externa seleciona os projetos que receberão investimentos da Petrobras.

Há um conflito muito grande das empresas de Sustentabilidade e Responsabilidade Social com as ONG’s que lutam pela preservação do meio ambiente. Hoje no Brasil são cadastradas no CNEA (Cadastro Nacional das Entidades Ambientalistas) órgão do Conama, 563 ONG’s, espalhadas pelos 26 estados incluindo o Distrito Federal, todas preocupadas com o Meio Ambiente.

Propagandas da ONG WWF, atuante em mais de 100 países pela preservação do meio ambiente

Dados mostram que o Brasil ocupa a 62° posição no Índice de Sustentabilidade Ambiental 2010. O país com melhor gestão no controle da poluição ambiental e nos recursos naturais, segundo ranking publicado em janeiro deste ano no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.

O Brasil encontra-se em seu melhor momento com empresas focadas em preservação do meio ambiente, que buscam praticar culturas ecologicamente corretas.

O livro verde, de Elizabeth Rogers e Thomas M. Kostigen

Para saber mais acesse:

http://planetasustentavel.abril.com.br/

http://www.wwf.org.br/

http://www.sosflorestas.com.br/

http://www.modismonet.com/tag/ecologico/

http://www2.tvcultura.com.br/reportereco/

Em PDF você encontra:

Investigando a Biodiversidade – Guia de Apoio aos Educadores do Brasil: http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/investigando_a_biodiversidade___pdf_completo___reduzido.pdf

Guide to Greener Electronics: http://www.greenpeace.org/international/en/campaigns/toxics/electronics/how-the-companies-line-up/

Cartilha do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal: http://www.fsc.org.br/arquivos/05abr2006__cartilha_fsc_nr6.pdf