Oligoterapia, o tratamento de dentro pra fora

A ciência e a tecnologia avançam juntas no atendimento estético possibilitando a reposição dos oligoelementos no corpo humano.

Fernanda Luiza Muller Dellagiustina

Joecy Henings

Jônata Gonçalvez da Silva

Procedimento da oligoterapia

É frequente a procura por tratamentos estéticos milagrosos e a promessa de um corpo perfeito chama cada vez mais a atenção da maioria das mulheres e também dos homens.

Nesse sentido, a tecnologia veio para contribuir com os desprazeres da rotina que são quase inevitáveis. Dores de cabeça, instabilidade emocional, queda de cabelo, ansiedade, unhas fracas, falta de memória podem ser tratados pela oligoterapia, ou como também é conhecida, medicina funcional.

Esta ciência foi criada em 1932 pelo médico e estudioso Jacques Menetrier, na França. Esta técnica promete tratar as disfunções do corpo e da estética através dos oligoelementos (minerais). Estes minerais, como o cobalto, enxofre, manganês, níquel, silício, estânio, potássio, ferro, iodo entre outros são encontrados em pouca quantidade em nosso corpo.

A medicina funcional foi trazida para o Brasil há cerca de dez anos. Na cidade de Balneário Camboriú uma clínica pioneira na área de oligotecnologia, a Oligoflora trata as disfunções do corpo e da mente através da oligoterapia.

Segundo a oligoterapeuta Ana Caroline Pasqualotto, é através da alimentação que nosso corpo produz esses sais minerais, porém hoje os hábitos alimentares estão cada vez menos saudáveis e, portanto, sem a presença desses minerais que precisamos para o equilíbrio funcional do corpo.

Pasqualotto explica que para que seja feita a reposição desses oligoelementos (minerais), é realizado um mapa metabólico para avaliar qual a deficiência e o tratamento que será utilizado.

A cosmetóloga Érica esclarece o que é e como ocorre o processo de ionização feita nas clientes. No vídeo abaixo, é feita uma demonstração do tratamento com oligoelementos através da corrente galvânica.

Solange Meinerz, paciente da Oligoflora, relata que procurou a clínica em um período muito conturbado de sua vida. A insatisfação com o seu peso excessivo e a falta de ânimo em várias atividades do seu cotidiano que isso proporcionava, a deixa infeliz. “Procurei vários tratamentos e em nenhum deles consegui o que queria. Até comecei a passar mal com alguns medicamentos que prometiam ser milagrosos”, confessa Meinerz. “Quando conheci a proposta de desintoxicação e reposição de minerais com a ajuda profissional e avaliação metódica, foi um passo até a realização de meus objetivos, pois um tratamento estético de dentro para fora foi a primeira vez que conheci e confesso que me arrependo de não ter procurado antes”, completa. Após dois meses de tratamento, Solange emagreceu 9kg. Sua vida social e sexual melhorou. Combinando exercícios físicos e alimentação fragmentada, os benefícios que a oligoterapia oferecem foram visíveis.

Cuidar da saúde emocional também é importante

Trabalhar com a estética corporal de pacientes que buscam a saúde de seu corpo é delicado e exige o profissionalismo necessário para que os resultados sejam satisfatórios. A questão da auto estima está diretamente relacionada com o se gostar. O indivíduo que não se sente bem e à vontade com alguma particularidade de seu corpo terá consequentemente o seu bem estar afetado, seja nos relacionamentos interpessoais, sociais, amorosos, enfim, com tudo ao seu redor e com ele mesmo.

É importante que esse trabalho seja feito por pessoas qualificadas, éticas e, sobretudo, com conhecimento científico. O psicólogo Pedro Antônio Geraldi, alerta que o profissional deve interpretar o desejo de quem busca o tratamento. Se o que é procurado é só um caso de estética ou não. “O grande problema é a busca excessiva pela beleza. Indivíduos que identificamos certo extremismo nessa busca pela saúde estética podem causar futuros problemas emocionais e corporais. Como é o caso de pessoas com bulimia”, orienta Geraldi.

O psicólogo esclarece também que é preciso ter cuidado com as implicações emocionais de um determinado tratamento ou medicamento que o cliente inicie. Frustrações originadas de pacientes que não obtiveram os resultados desejados podem agravar sutis problemas emocionais.

O pensamento positivo de pacientes em seus tratamentos é algo que é muito estudado e que não tem ainda comprovação científica que defenda sua eficácia. Porém, Pedro Antônio Geraldi acredita que partindo do princípio que determinado indivíduo que busca o seu benefício, seja emocional ou físico, terá mais êxito nos resultados do que uma pessoa cética.

Equipamento utilizado para a oligoterapia

Novas tecnologias aprimoram a inclusão social

Máquinas caça-níqueis são transformadas em equipamentos computacionais

Carlos Magagnin
Daiane Louise Basso
Ricardo Aoki

Proibidos desde 2004 com o decreto do presidente Luis Inácio Lula da Silva, os bingos continuam operando de forma clandestina em todo o Brasil. O jogo clandestino, conforme levantamento feito pela Polícia Federal movimenta R$ 3 bilhões por ano e tem forte repressão por parte do estado. As máquinas de bingo e caça-níqueis estão espalhadas por diversos pontos comerciais dificultando a fiscalização.

No estado de Santa Catarina a Polícia Civil e a Federal conseguiram desativar, em 2009, aproximadamente 250 pontos de jogatina e apreenderam três mil máquinas caça-níqueis. A maioria das apreensões aconteceu em Balneário Camboriú e cidades litorâneas. Segundo o delegado da Polícia Civil de Balneário Camboriú, Arthur Nitz, a apreensão dos equipamentos resolve um problema e causa outro, tendo em vista que os equipamentos apreendidos são depositados ao ar livre.

Porém, com a proibição das máquinas caça-níqueis, uma questão social é favorecida com a transformação dos equipamentos de jogatina em aparelhos de informática. Esse processo vem sendo coordenado pela organização não governamental Rede PIÁ – Reciclagem Digital Educativa Pró-Infância e Adolescência desde novembro de 2007.

Clique aqui e veja a apresentação do projeto Rede Piá

O programa conta com a participação de sessenta e seis universidades do estado de Santa Catarina, entre elas a Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Contando com o apoio e coordenação das instituições de ensino superior (IES), Secretarias de Desenvolvimento Regionais (SDRs), Rede de Laboratórios de Experimentação Remota (RExNet) e do Ministério Público do Estado.

Confira o Artigo da Unisul sobre a transformação caça-níqueis em equipamentos de educação

O objetivo do projeto é inserir de forma didática e pedagógica o uso da tecnologia digital nas escolas de ensino básico e médio das redes públicas municipais e estadual, bem como de organizações governamentais e não governamentais que prestam atendimentos às comunidades carentes.

A participação das universidades no projeto é importante, pois conta com a inclusão de estudantes de ensino superior na transformação das máquinas em computadores. A maior parte dos equipamentos é destinada para o uso de crianças de quatro a seis anos. Outro benefício da Rede Piá é a adaptação dos materiais eletrônicos para a utilização de portadores de necessidades especiais.

A conversão dos equipamentos é feita por técnicos de informática que utilizam softwares livres que estão disponíveis gratuitamente para download na internet. Conforme Chris Namurth, bolsista do curso de Ciências da Computação da Universidade do Vale do Itajaí, um dos responsáveis pelo projeto, o programa estimula a coordenação motora, a alfabetização e a inclusão digital dos alunos ao universo tecnológico.

Em Balneário Camboriú a parceria está contemplando os núcleos de educação infantil Carrossel, Rio das Ostras e Novo Tempo com equipamentos já adaptados para o uso das crianças. A secretária de educação do município, Christina Barichello, destaca a importância da transformação das máquinas, que são símbolos da contravenção, em equipamentos de aprendizado.

O material utilizado é 100% reciclado dos caça-níqueis apreendidos. Os jogos educativos são inseridos com a utilização de pen-drives já que os originais não possuem Hard Disks (HDs). O coordenador do projeto, João Carlos Nascimento Maia, explica que todo o material utilizado é resultado das apreensões feitas pela Polícia Federal e totalmente liberado pela justiça para que possam ser transformados em computadores.

Confira a entrevista com o coordenador do Projeto – João Carlos Nascimento Maia

Novas tecnologias e informação para as comunidades

Na esquina da Rua Grécia já se ouviam vozes de crianças. Eram nove horas da manhã e o ambiente já estava bem agitado. A correria somente parou quando o sino soou e a hora do lanche foi anunciada. Pães e frutas faziam parte do café da manhã dos alunos do Núcleo de Educação Infantil Carrossel de Balneário Camboriú. Sentados à mesa, lado a lado, os pequenos se deliciavam com a refeição matinal.

No último dia 8, o ambiente também se encontrava bem animado, entre autoridades municipais, imprensa, visitantes e apresentações de turmas, o núcleo infantil recebeu doze computadores do Projeto Rede Piá. Segundo a diretora do Carrosel, Lídia Radke, os jogos inseridos nesses computadores foram bem desenvolvidos pedagogicamente e também foram calculados para essa faixa etária.

“Aqui no Carrosel, crianças entre 4 e 6 anos estão usando os computadores, sendo que até pequenos de 3 anos já sabem utilizar os jogos pedagógicos”, conta a diretora. O interessante é que com os computadores do Projeto Rede Piá, o núcleo infantil consegue realizar até duas aulas por semana, com essa mídia, para as crianças.

Antes de a escola receber os computadores do Projeto Rede Piá, outros instrumentos eram utilizados para aprimorar as atividades educacionais. Um deles, conta a diretora, foi o uso da música clássica. “Criamos o Projeto Beethoven como forma de aprimorar o desenvolvimento do cérebro desses alunos. Mesmo que essas crianças ainda não saibam ler e escrever, elas sabem ouvir e conseguiram repassar a história deste renomado compositor para seus familiares”, diz Lídia.

O Núcleo de Educação Infantil Carrossel solicitou aos pais que construíssem instrumentos musicais com sucata e o resultado foi brilhante. “Além de conseguirmos integrar a realização da atividade com a educação, conseguimos que os pais tivessem um maior relacionamento com seus filhos, visto que hoje em dia o contato familiar é cada vez menor”.  Lídia ainda acrescentou que antes de considerarmos as crianças hiperativas, devemos entender o processo educacional e buscar métodos para auxiliar esses pequenos. Uma dessas alternativas pedagógicas, que veio para somar, foi o Projeto Rede Piá.

O mais interessante do projeto, segundo a diretora, é que ele uniu diversas entidades, como Polícia Civil e Militar, Prefeitura, Univali e Educação, ou seja, várias pessoas se uniram por uma única causa. Para Lídia, a frase “Educação é um dever de todos”, está sendo traduzida neste projeto.

Construções sustentáveis: comprometimento com o futuro

Larissa Luise Tietjen

Larissa Guerra

Ruana Souza

Torre de Capra

A palavra anda na moda, mas raros são os que têm efetivamente usado como deve: sustentabilidade. Longe de ser apenas uma preocupação ideológica, a sustentabilidade envolve toda uma mudança de hábitos do homem. O setor de construção, que gera mais impacto no meio ambiente que qualquer outra forma de consumo humano, começa a abrir os olhos para essa realidade. E quer que ela venha para ficar.

Cerca de 40 a 75% do que é usado em uma obra, por exemplo, provém de recursos naturais. Encontrar alternativas que aliem viabilidade financeira, garantam o conforto necessário ao homem e não agridam o meio ambiente é o desafio que arquitetos e engenheiros têm encarado desde o começo da década, quando surgiram, nos Estados Unidos e na Europa os primeiros Green Building, ou Edifícios Verdes. Em uma edificação que segue as ideias dos Green Building (veja vídeo abaixo), são aplicadas medidas que procuram aumentar a eficiência dos recursos a fim de promover a redução de impacto ambiental, e devem abranger toda a vida útil do prédio, que dura cerca de 50 anos.

O primeiro edifício que segue a ideia de Green Building em Santa Catarina começou a ser construído no início deste ano na cidade de Balneário Camboriú. A construtora responsável pelo projeto quer inovar o mercado da cidade, mostrando que é possível construir prédios de alto padrão com alternativas sustentáveis.

Para o engenheiro proprietário da construtora, Mário Luiz Rambo, a sustentabilidade começa na planta da obra. “Fazer modificações em uma construção já existente é muito difícil. O ideal é que o planejamento seja elaborado a partir da cultura da sustentabilidade.” Os cuidados começam com pequenas mudanças, como lavar os pneus dos caminhãos que colhem resíduos da construção até a diminuição da poluição sonora que é produzida enquanto os andares do prédio estão sendo erguidos.

Para uma obra ser sustentável, é preciso que o planejamento esteja voltado para atender três principais frentes: a ambiental, a social e a econômica. Para Lisiane Ilha Bertolotto, engenheira civil doutora em Engenharia de Produção e professora dos cursos de Design Industrial e Arquitetura da Univali, “os profissionais que atuam em projetos devem estar conscientes da necessidade e do caráter multidisciplinar da sustentabilidade”.

O IDHEA – Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica – cita que para uma construção ser sustentável, ela precisa atender a nove requisitos básicos. Entre os nove, estão itens que vão desde estudos com o impacto ambiental do local onde a obra será feita, à gestão de recursos hídricos e energéticos e até mesmo com a poluição sonora que é produzida durante a obra.

A sustentabilidade é uma cultura ainda recente para a sociedade. “Ser sustentável é ter comprometimento com o futuro. Algo que é muito complicado de se fazer na nossa sociedade”, salienta Mário.  Lisiane acredita que ainda mais difícil é implantar práticas sustentáveis em locais turísticos, como Balneário Camboriú, “a construção civil possui um caráter fortemente especulativo, que entrava os avanços na área. Acredito que neste caso, a mudança ocorra de forma mais lenta”.

Lisiane reconhece que a sustentabilidade ainda está relegada a um segundo plano entre engenheiros e arquitetos. “por simples desconhecimento ou resistência cultural.” Nas universidades, a sustentabilidade é ainda um tema pouco abordado. Para a professora, “deve-se considerar não só sua inserção direta na forma de uma disciplina, por exemplo, mas como o conteúdo que permeia as matérias tradicionais de projeto, estruturas, materiais e tecnologia”.

Alternativas sustentáveis: caro no começo, barato no final

O edifício que a construtora de Rambo está fazendo é ainda voltado a um pequeno grupo, restrito a quem está disposto a desembolsar entre R$500 mil e R$ 600 mil. Parece caro, mas este é o valor de mercado de apartamentos do padrão do “Pioneiros do Atlântico” custam em Balneário Camboriú.

Longe de pensar apenas na qualidade de vida dos moradores dos seus prédios, Rambo demonstra vontade de conscientizar outros engenheiros, arquitetos, moradores e até mesmo junto à prefeitura. “Sustentabilidade é uma união de esforços”.

O “Pioneiros do Atlântico” possuirá um telhado verde, que atua na redução do desempenho térmico da construção. “Quando você olha um prédio de cima, você pode ver que é tudo escuro. A absorção de calor acaba sendo muito maior, e em longo prazo, põe em risco a própria estrutura do lugar. O telhado verde equilibra a temperatura da construção e ainda serve de pouso para animais”.

Mário utiliza também nos prédios sistemas de reaproveitamento de água pluvial e de separação do que é utilizada nas pias dos apartamentos. Um litro de óleo jogado na pia polui 100 mil litros de água. A estudante de Administração Paula Essig de Arruda, que conclui um TCC sobre o tema, diz que a construção civil está mais aberta para o reaproveitamento da água. “já existem projetos que reaproveitam a água utilizada na máquina de lavar roupas para a descarga do banheiro, por exemplo.”

Enquanto a aceitação desta alternativa é crescente (porém tímida) entre engenheiros e arquitetos, empresários da região evitam a implantação de projetos nessa área. Paula diz que o custo alto do tratamento da água é o maior problema. “Mesmo que for usar a água da chuva para a descarga ela deve ser tratada.” A professora Lisiane acrescenta ainda que “as tecnologias devem ser economicamente viáveis, sem desconsiderar seus efeitos para o usuário a curto e longo prazo. Nisto devem estar incluídas a manutenção, o desempenho na vida útil, o custo total (inicial da construção e ao longo da vida útil) o domínio da tecnologia, entre outros.”

Sustentabilidade: O que você pode fazer?

Quando o assunto em pauta é sustentabilidade, três apontamentos que sobressaem na fala dos especialistas são: a necessidade de redução dos gastos de energia, o melhor uso da iluminação dos ambientes e utilização racional da água. As recomendações podem facilmente fazer parte da rotina das casas e escritórios em qualquer cidade, já que para isso basta que o indivíduo adote atitudes para o melhor aproveitamento dos recursos da arquitetura e da natureza local.

O termo ‘arquitetura sustentável’ muitas vezes dá a impressão de que se trata de um projeto anterior à construção dos imóveis, e que obrigatoriamente é assinado por arquitetos ou engenheiros. Contudo, a maior porcentagem das construções — desde as vilas até grandes metrópoles — são conhecidas como parte da ‘arquitetura vernacular’: aquela entendida como comum, anônima, construída sem interferência destes profissionais. Estas construções constituem a fisionomia das cidades, refletem a época e ambiente onde foram formadas. Por isso, uma cidade nunca é igual à outra.

É também por este hibridismo entre sociedade e arquitetura que se destaca a importância da população enxergar seu papel como agente responsável pela preservação do ambiente. Hoje se dispõe de material à venda nas lojas para adaptação das construções aos moldes da sustentabilidade, que não implicam grandes gastos ou mudanças bruscas de hábito e resultam em economia no orçamento final de qualquer família. Entre pequenas ações e grandes reformas, aos poucos o cenário arquitetônico ganha ares de tecnologia e preocupação com o planeta.

A arquiteta catarinense Samara Zukoski dá uma opção: para aqueles que possuem casa com telhas sem a estrutura do assoalho, é possível usar telhas transparentes, que aproveitam a luz natural do dia e da noite. “As telhas transparentes de vidros ou as translúcidas são opções de investimento um pouco maior, para um tipo específico de casa, mas diminui o uso de energia elétrica consideravelmente”, garante.

Um exemplo bastante simples é a troca das lâmpadas amarelas pelas fluorescentes, que consomem em média 80% menos energia, duram mais e iluminam melhor os locais. E para isso, o consumidor não precisa mais do que ir até uma loja de utensílios para a casa adquirir as lâmpadas para os cômodos onde se costuma ficar mais tempo com a luz acesa.

Ainda há um longo caminho a percorrer antes que a sustentabilidade torne-se algo que faça parte do cotidiano do homem. A necessidade de salvar o ambiente é urgente, como enfatiza a professora Lisiane: “É uma questão de sobrevivência. Tem de ser. Ponto Final”.

Leia mais sobre isso:

http://sustentabilidade.bancoreal.com.br/sustentabilidadenobancoreal/produtoseservicos/Documents/guia_const_civil.pdf

http://www.unb.br/fau/disciplinas/SC1/SC1-Textos/012 Arquiteturaesustentabilidade.pdf

Veja aqui a planta do Edifício Pioneiros